
Acusados de danos ao autocarro de Galicia Bilingue
A contestaçom provocada em seu dia pola campanha lançada pola associaçom Galicia Bilingue continua a dar que falar, agora do ponto de vista judicial, pois até onze vizinhos e vizinhas de Trasancos enfrentam acusaçom de danos ao autocarro dessa associaçom pró-castelhano, alegadamente provocados quando a estadia do mesmo na vila de Narom. Um outro jovem já foi submetido a julgamento no passado dia 24 de Abril por esses mesmos feitos
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Conforme informam do organismo popular anti-repressivo, Ceivar, «@s imputad@s declararám ao longo do mês de Julho por realizarem, supostamente, pintadas em favor da língua galega na viatura de Galicia Bilingue».
No web de Primeira Linha acrescentam ainda que «a denúncia parte da iniciativa directa da polícia espanhola [...] a polícia declara que as pessoas concentradas proclamárom palavras de ordem tam 'delictivas' como "Gostedes ou nom, Galiza é umha naçom", ou "Na Galiza, em galego", durante todo o tempo que durou o acto propagandístico dos ultras».
As acusaçons a activistas pró-galego nom ficam por aqui. Na semana passada conhecia-se que quatro pessoas que tinham participado na Corunha numha concentraçom no dia 8 de Fevereiro eram acusadas de coacçons e lesons contra membros da autodenominada Mesa por la Libertad Lingüística, enquanto as denuncias apresentadas contra a a actuaçom da polícia espanhola eram desestimadas apesar das evidência fotográficas contrárias.
Durante os últimos meses a emergência no panorama linguístico galego de associaçons pró-castelhano e contra a suposta "imposiçom do galego" tem servido de estímulo para a reactivaçom de diversos sectores pró-galego que tenhem recuperando visibilidade na rua contestado aquilo que consideram ataques à língua galega.
Fonte: Portal Galego da Língua.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
[PGL] Activistas pró-galego a julgamento
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
[PGL] Julgam activista pró-galego que participou numha concentraçom contra «Galicia Bilingue»

A Fundaçom Artábria, Nós-Unidade Popular e BRIGA acabam de manifestar a sua solidariedade com o jovem activista pró-galego que vai ser julgado hoje, 24 de Abril, denunciado por membros da polícia espanhola após ter participado, no passado dia 21 de Fevereiro, numha concentraçom em Narom contra a presença do colectivo Galicia Bilingüe.
A falta de que é acussado o activista é de «desobediência à autoridade». Das três entidades pedem a livre absolviçom e chamam «a participar na concentraçom que terá lugar hoje, 24 de Abril, às 11h00, às portas dos Julgados de Ferrol», ao tempo que denunciam a 'criminalizaçom', 'repressom' e 'perseguiçom' que sofrem muitas pessoas que mostram compromisso com a língua.
Fonte: Portal Galego da Língua.
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
olidariedade com Daniel Lourenço, julgado por denunciar a presença de “Galicia Bilingüe” em Trasancos
A Fundaçom Artábria quer manifestar o seu enérgico protesto polo julgamento que terá lugar em Ferrol no dia 24 de Abril contra um sócio da nossa entidade, Daniel Lourenço, denunciado por membros da polícia espanhola por participar numha concentraçom em Narom contra a presença do colectivo anti-galego “Galicia Bilingüe”.
Enquanto o nosso idioma atravessa a pior situaçom da nossa história, pola falta de umha política lingüística que verdadeiramente favoreça o a recuperaçom do uso social, as autoridades continuam a criminalizar os sectores mais comprometidos com o galego.
A Fundaçom Artábria já manifestou no seu dia o rejeitamento à presença provocatória dos ultras de “Galicia Bilingüe” na nossa comarca. Agora temos que rejeitar o rasto repressivo que deixou, graças à cumplicidade policial.
Reclamamos a livre absolviçom de Daniel e de todos os galegos e galegas envolvidos em denúncias policiais semelhantes por defenderem a nossa língua e chamamos a participar na concentraçom que terá lugar o dia 24 de Abril nos Julgados de Ferrol.
É de justiça.
Ferrol, 23 de Abril de 2008
Fundaçom Artábria
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
[PGL] Conflito lingüístico na rua

Activistas pola língua contestam em Vigo e em Narom ‘cruzada espanholista’ de Galicia Bilingüe
A cidade de Vigo e a vila transanquesa de Narom fôrom palco nos últimos dias desta semana de diversos acontecimentos que reflectem a crua realidade do conflito lingüístico que parece abrolhar na Galiza com mais força do que nunca. Activistas pola língua contestárom a ‘cruzada espanholista’ da associaçom Galicia Bilingüe, que está a realizar umha campanha denunciando, conforme essa organizaçom, a alegada ‘imposiçom do galego’. Do PGL queremos ecoar diversos testemunhos informativos que dam conta, em primeira mao, do acontecido (veja-se também o fio aberto no Fórum PGL).
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Vigo: fanatismo espanholista, contestaçom cívica e cargas policiais
Tal e qual informa o web da formaçom independentista Nós-UP, em passada quarta-feira, sete militantes dessa organizaçom conseguírom entrar no acto que a associaçom pró-castelhano realizava no teatro Garcia Barbom em Vigo. Ao tempo, umha manifestaçom que juntava mais de cem pessoas no exterior, contestava a declarada ‘cruzada’, por palavras da presidenta de Galicia Bilingüe, que esse grupo, alegadamente ligado à extrema direita espanhola, está a impulsionar na contra do Galego.
O acto de Galicia Bilingüe conseguiu superlotar o teatro Garcia Barbom (diversos testemunhos falam em quinhentas pessoas), num ambiente fantatizado e de grande agressividade contra o Galego e a Lusofonia (veja-se esta outra crónica aqui). Enquanto que os sete militantes independentistas denunciavam o espanholismo de Galicia Bilingüe a partir de diversos lugares da plateia, na rua um grande desdobramento policial armava-se ante a concentraçom em prol do Galego, localizada detrás de uma faixa que dizia “Galiza em Galego”.
Fonte: Portal Galego da Língua.
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sábado, 9 de fevereiro de 2008
Carga policial contra 150 corunheses e corunhesas que contestárom concentraçom de 50 ultras pró-espanhol
Para as 20 horas de hoje estava convocada umha concentraçom da autodenominada "Mesa por la libertad lingüística", organizaçom da extrema-direita ligada ao PP que pretende evitar qualquer avanço do galego no ensino oficial.
Para as 20 horas de hoje estava convocada umha concentraçom da autodenominada "Mesa por la libertad lingüística", organizaçom da extrema-direita ligada ao PP que pretende evitar qualquer avanço do galego no ensino oficial. A resposta espontánea do povo corunhês foi clara: os 50 ultras pró-espanhol tivérom em frente o triplo de manifestantes em defesa do nosso idioma, que fôrom, como é costumeiro, violentamente espancados pola polícia espanhola.
A concentraçom facha estava convocada no Obelisco da Corunha, e a ela assistírom conhecidos membros de Nuevas Generaciones, elementos da burguesia corunhesa e alguns militantes conhecidos de grupos fascistas da cidade. A média de idade era bastante elevada. Os inimigos do galego seguravam umha faixa com a legenda "contra la imposición lingüística", junto a um grande laço com as cores da bandeira monárquica espanhola.
Desde o primeiro momento, em frente da concentraçom antigalega fôrom-se juntando pessoas de sectores populares diversos, autoconvocadas por telemóvel e em foros da Internet de maneira espontánea, incluindo a esquerda independentista, sindicalistas, estudantes, membros dos centros sociais corunheses, etc. Foi despregada umha faixa com umha legenda simples e eloqüente: 'Na Galiza em Galego'.
Mais umha vez, violência policial
As corunhesas e corunheses defensoras do nosso idioma coreárom cánticos como "A imposiçom é do espanhol" e "Espanhol quem nom pular". Aos 10 minutos, e sem mediar qualquer incidente, o cordom policial interposto iniciou umha violenta carga com cacetes contra a concentraçom pró-galego, enquanto a "gente guapa" concentrada em frente aplaudia, ria e berrava "libertad!"
No mínimo, meia dúzia de pessoas ficárom com fortes contussons resultado da contundência da actuaçom policial, que mais umha vez esclareceu de que lado é que está a suja legalidade espanhola que a Galiza padece.
Se o objectivo era dispersar as pessoas que 'estragavam a foto' dos renegados, nom foi conseguido. As pessoas atacadas agüentárom a posiçom, reagrupárom-se, desfraldárom novamente a faixa e continuárom a cantar, acompanhadas por música de gaitas e percussom tradicional, e com pessoas a dançar perante a polícia espanhola.
Algumhas pessoas que passeavam polo lugar aderírom à concentraçom galega, que só concluiu umha hora depois, quando os pró-espanhol decidírom ir embora.
Os meios do sistema, no seu papel: mentiras a dar c'um pau
Quem esperar imparcialidade dos media do sistema, é ingénuo ou ingénua de mais. As primeiras informaçons publicadas polo El Correo Gallego dá umha versom inventada que fala de 200 manifestantes "por la libertad lingüística" e de "otro centenar" em defesa do galego.
O jornal reaccionário justifica a violência policial "que mantuviese separados a los manifestantes de una y otra tendencia" (sic), falsidade mais do que evidente.
Em definitivo, a jornada de hoje serviu para devolver à rua algumha tensom normalizadora real, fazendo frente aos que querem liquidar de vez a nossa comunidade lingüística. Até quando teremos que aturar que a extrema-direita espanhola se manifeste nas nossas ruas reclamando que o nosso idioma continue caladinho, condenado à morte doce em braços do espanhol?
Os corunheses e corunhesas que se concentrárom em defesa da língua e resistírom à violência policial merecem hoje os nossos mais entusiastas parabéns.
Fonte: Primeira Linha.
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